Por que decisões são tão difíceis de serem tomadas? Por que a escolha do caminho a seguir á tão complicada? Por que a dualidade da minha mente pensante é tão vasta que não me permite escolher algo tão facilmente? Que estrada devo seguir, a da direita ou da esquerda? E quando além da direita e esquerda existe mais um caminho no meio? Para que tantas vertentes? E a mais desconcertante das perguntas, qual vertente devo seguir?
Ah, existe uma pior, que essência devo escolher, a que rege minha impulsividade, meus sentidos, meus desejos, meus sentimentos, ou a que rege minha tão clara e pura razão de pensar (in)coerentemente?
Nossa, isso não é nem uma vírgula da quantidade de perguntas que me veio a cabeça no minuto que acordei. Que mente hiperativa a minha, não me deixa se quer descansar. Pensar, pensar e pensar, isso é tudo que faço nos últimos dias, pensar nas possibilidades que me rodeiam. Só não sei se tudo isso é por medo de agir de um modo errado ou se seria por medo de arriscar algo novo, algo que talvez não fosse tão bem visto por muitos, mas que alguns me reverenciaram por debaixo dos panos e a grande maioria, no íntimo, sentiria inveja.
Mas afinal, perguntas eu tenho de sobra, resta saber se me cabe o dom de saber responde-las. Saber se a minha resposta será a mais certa... Ou será que não existe resposta certa. Será que a reposta para a resposta certa somos nós que decidimos?
Perguntas é o meu lema de hoje, pois até para tentar responder eu tô colocando mais perguntas.
Mas vou deixar algo como resposta.
“Acho que nós decidimos o que nos serve como resposta, estando ela certa ou errada na mente dos alheios, de acordo com o que nos cabe para o momento. O que me parece certo agora pode não parecer daqui a um segundo e geralmente não será certo nunca para o outro, por isso, mesmo que seja por um segundo apenas faça do seu momento a resposta perfeita!”
Eu falei, falei, falei e não respondi coisa alguma, apenas acabei ficando com umas milhas de perguntas a mais!
.beijos